Enquanto houver luta, haverá História!

GESTÃO: ATITUDE & RESISTÊNCIA
Mãos Dadas-

terça-feira, 1 de março de 2011

FEMEH: construir para fortalecer!


O movimento estudantil edifica sua história ao longo dos anos e agrega para além de estudantes, movimentos sociais e idéias que colaborem para a democratização da educação e, por conseguinte, para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa. 
Reconhecendo o dever de cooperar nesse processo, a FEMEH (Federação do Movimento Estudantil de História) vem, desde 1987, unindo nós, estudantes, em volta de uma entidade que representa todos os Centros e Diretórios Acadêmicos de História em nível nacional, organizando-se em instâncias, para termos contato com realidades e demandas diversas, cuja discussão auxilia no processo de amadurecimento e culminam em sua construção.  
 A configuração da FEMEH se dá no desígnio de fortalecer a federação nas diversas regiões do país:
  •  Coordenação Nacional: composta por três escolas eleitas anualmente no ENEH, ela é responsável pela articulação do movimento em nível nacional. Atualmente compõe essa coordenação UFPR, UFES e USP.
  •  Coordenações Regionais: O Brasil é dividido em 9 regionais, cada qual tem uma coordenação própria, composta por uma escola eleita anualmente, responsável por articular o movimento em nível regional.  As regionais e suas respectivas coordenações são as seguintes: Norte (AC, AM, PA, TO, RO, AP, RR) Nordeste I (BA, SE, AL), Nordeste II (PB, PE, RN), Nordeste III (CE, PI, MA), Centro-Oeste (MT, MS, GO, DF), Sudeste I (SP), Sudeste II (MG), Sudeste III (RJ, ES) e Sul (PR, SC, RS).
  •  CONEHI: O Conselho Nacional de Entidades de História é onde os Centros e Diretórios Acadêmicos se reúnem para organizar a federação nacionalmente, sendo suas decisões submetidas às da plenária final do ENEH. Outros estudantes podem participar do conselho, tendo direito a voz, contudo somente os CAs e DAs têm direito a voto (um por entidade, independente do número de pessoas de cada CA presentes).
  •  COREHI: O Conselho Regional de Entidades de História é onde os Centros e Diretórios Acadêmicos se reúnem para organizar a federação regionalmente, sendo que cada regional organiza seu próprio COREHI. As decisões tomadas nesses espaços estão submetidas às da plenária final do EREH e ENEH. Outros estudantes podem participar do conselho, tendo direito a voz, contudo somente os CAs e DAs tem direito a voto (um por entidade, independente do número de pessoas de cada CA presentes).
  •   ENEH: O Encontro Nacional de Estudantes de História acontece anualmente. É composto por espaços acadêmicos, políticos e culturais. É o espaço privilegiado de construção do Movimento Estudantil de História, de aproximação de novos estudantes e de acúmulo de debate acerca de diversos temas. A plenária final do ENEH é a instância máxima de deliberação da FEMEH.

O ENEH de 2010 foi um evento que muitos de nós da UFBA participamos e vimos de perto o que cada estudante tinha a dizer sobre a conjuntura do curso em sua região.
  •   EREH: O Encontro Regional de Estudantes de História acontece anualmente em cada uma das regiões do Brasil. Como o ENEH, ele é um espaço privilegiado de construção do Movimento Estudantil de História, sendo especialmente importante por organizar ainda mais as pautas da Federação e preparar as discussões de modo que elas cheguem mais aprofundadas no âmbito nacional.
  • GTs permanentes: Os Grupos de Trabalho permanentes visam o aprofundamento e acúmulo da federação em diversos temas. Cada GT é organizado por uma escola, e visa à produção de materiais para o enriquecimento das discussões da FEMEH.
Ao contrário do que alguns pensam, todos nós somos parte da FEMEH e os vários assuntos que cercam nosso curso perpassam por ela. Isso significa que estreitar relações com a federação é essencial: quanto mais sólido o envolvimento, mais chances de concretizar nossos projetos. No COEBEH em Santo Antonio Jesus, em outubro deste ano, nós, da UFBA, ficamos com a responsabilidade de construir a FEMEH para fortalecê-la em âmbito estadual e gerar acumulo de debate para o próximo EBEH (Encontro Baiano dos Estudantes de História), cuja mobilização foi iniciada no XXX-ENEH, também por nós, e está em andamento.
A nossa tarefa é duplamente importante: vamos nos mobilizar para reviver o movimento estudantil, que infelizmente está enfraquecido, e fortalecer a FEMEH. Na verdade, uma coisa leva a outra, o que só confirma o quão vantajoso e importante foi ficar com essa tarefa. Construir a FEMEH é mais uma forma de fazer história e partir para a luta. É mais uma forma de afirmar: “Enquanto houver luta, haverá história.”

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