É difícil administrar tantas identidades não? Filho(a), Trabalhadora(o), Mãe, Pai, Namorados(as)... E como se não bastasse, ainda aspiramos tantas outras: Historiadoras(es), Professores(as), Pesquisadores(as),
isso após passar pelo grande desafio de ser Universitários(as)! Pois bem, o primeiro passo já foi dado!
isso após passar pelo grande desafio de ser Universitários(as)! Pois bem, o primeiro passo já foi dado!
Algumas pessoas costumam dizer que "pé que não anda, não dá topada". Mas fiquemos tranqüilos, neste caminho não estamos sós: estamos unidos! E juntos seremos capazes de ir muito longe, erguendo uns aos outros em cada queda ou tropeço, mas sempre cuidando para evitá-los.
Ser UNIVERSITÁRIO...
Desde algum tempo que vemos adotando o status de “incomodados”. Afinal, o desejo de mudança nasce do incômodo, e ainda que quiséssemos nos acomodar, seria um trabalho difícil diante desta turbulenta mudança que nossa Universidade vem vivendo. E quando dizemos "nossa Universidade", não estamos nos referindo somente aos Graduandos dos cursos, mas também aos muitos brasileiros (as) que não tiveram e ainda não tem acesso a ela.
Precisamos nos unir e garantir que esse espaço seja cada vez mais democrático e popular. Isso por meio da ampliação do acesso, das políticas de permanência, do diálogo com varias instâncias da sociedade, da busca por melhorias em nossa formação e através de tantas outras coisas que são possíveis quando agimos coletivamente.
É verdade: A identidade Universitária não é eterna, como quase todas as outras identidades que assumimos. Mas o que somos e fazemos é capaz de nos eternizar. Nós, historiadores, lemos os vestígios daqueles que, por se eternizarem, nos chamam atenção e nos inquietam. Sejamos nós os vestígios futuros, e que a universidade seja um caminho para tal!

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